quinta-feira, 29 de abril de 2010

Chamar um executivo de "Hands On" é um equívoco?

Motivado por um post do colega Ricardo Castanheira, Ms., Professor Universitário, Consultor Organizacional e Educacional,  no grupo Rio de Janeiro In do Linkedin, a quem agradeço pela dica do excelente tema, que ao ler uma publicação de um anúncio com o título GERENTE DE AUDITORIA Hands On, me escreveu o seguinte comentário:

"Caro Aristides,
Toda vez que vejo o termo "hands on" ponho-me a pensar: será que as empresas sabem o que querem, ou a relação entre o volume de trabalho e as estruturas enxutas é tão desigual que esta é a única alteranativa que resta? de qualquer forma, contratar profissionais para serem ao mesmo tempo, estratégicos e operacionais não me parece ser a melhor solução para a sustentabilidade dos negócios. Dou consultoria a uma empresa familiar de pequeno porte, Grupo Racco Brasil, onde os 3 donos (irmãos, 2a. geração) me contrataram exatamente para viabilizar a transição entre a função operacional que eles exercem hoje para a função estratégica, via criação da governança familiar. Ou seja, é o dia a dia estrangulando a capacidade inovativa e de planejamento dos bons profissionais. Por tudo isso, acho essa história de "hands on" é um grande equívoco. Talvez o conceito do mercado seja diferente do meu, enfim... estou aberto ao debate.
Um grande abraço. " RICARDO CASTANHEIRA.

ESTÁ LANÇADO O DEBATE, um abraço a todos!

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