quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ser ou não ser um mestre. Confira opinião do headhunter GIRARDI na Revista AMANHÃ

No Brasil, a universidade sempre apostou num desenho de cursos de mestrado para fins acadêmicos, isto é, voltado para a formação de professores e pesquisadores. E, de outra parte, a empresa brasileira não tem a tradição de empregar mestres e doutores, até pelo pouco investimento na montagem de áreas de pesquisa e desenvolvimento. "Falta densidade tecnológica às empresas brasileiras", constata Aristides Girardi, CEO da Starhunter Executive Search, empresa de recrutamento de executivos, com sede em Curitiba. Os próprios estudantes não contribuem para o mercado, afirma. "Muitos profissionais buscam apenas a melhoria do currículo com o mestrado. O profissional que busca esse tipo de qualificação deve ter visão sistêmica para explorar todas as potenciais oportunidades de trabalho e serviços", alerta Girardi

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