quinta-feira, 29 de abril de 2010

Chamar um executivo de "Hands On" é um equívoco?

Motivado por um post do colega Ricardo Castanheira, Ms., Professor Universitário, Consultor Organizacional e Educacional,  no grupo Rio de Janeiro In do Linkedin, a quem agradeço pela dica do excelente tema, que ao ler uma publicação de um anúncio com o título GERENTE DE AUDITORIA Hands On, me escreveu o seguinte comentário:

"Caro Aristides,
Toda vez que vejo o termo "hands on" ponho-me a pensar: será que as empresas sabem o que querem, ou a relação entre o volume de trabalho e as estruturas enxutas é tão desigual que esta é a única alteranativa que resta? de qualquer forma, contratar profissionais para serem ao mesmo tempo, estratégicos e operacionais não me parece ser a melhor solução para a sustentabilidade dos negócios. Dou consultoria a uma empresa familiar de pequeno porte, Grupo Racco Brasil, onde os 3 donos (irmãos, 2a. geração) me contrataram exatamente para viabilizar a transição entre a função operacional que eles exercem hoje para a função estratégica, via criação da governança familiar. Ou seja, é o dia a dia estrangulando a capacidade inovativa e de planejamento dos bons profissionais. Por tudo isso, acho essa história de "hands on" é um grande equívoco. Talvez o conceito do mercado seja diferente do meu, enfim... estou aberto ao debate.
Um grande abraço. " RICARDO CASTANHEIRA.

ESTÁ LANÇADO O DEBATE, um abraço a todos!

Valmir Rodrigues é promovido a diretor Comercial da Tokio Marine

O executivo Valmir Rodrigues assumiu o cargo de diretor executivo Comercial da Seguradora Tokio Marine. Além do varejo, agora também estão sob sua gestão as áreas Corporate, Canais Alternativos, Auto Consumidor e Bancos.
Há 40 anos no mercado securitário, 12 como Corretor, Rodrigues começou a carreira como técnico em seguros. Está na Tokio Marine desde 1992.
Data: 29/4/2010
Fonte: UOL Canal Executivo StarhunterNews
http://www.starhunter.com.br/

Diretor da Fiat para França e Espanha assume PSA na América Latina

O português Carlos Gomes será o comandante da montadora na América Latina a partir de 1º de julho

Paris, 29 abr (EFE).- Carlos Gomes, que até agora era o responsável pela Fiat para a França e Espanha, será nomeado diretor para a América Latina do fabricante francês PSA Peugeot Citroen, como anunciou hoje o grupo.
A posse de Gomes será em 1º de julho, quando receberá o cargo de Vincent Rambaud, nomeado diretor-geral da Peugeot no último dia 2, detalhou o comunicado. Gomes, de 45 anos e português, responderá ao presidente da PSA, Philippe Varin.
O grupo francês conta com "sua grande experiência no setor automotivo e sua sólida cultura internacional" para "coordenar as atividades comerciais e industriais" na América Latina, "uma das regiões prioritárias pelo crescimento das marcas Peugeot e Citröen".
Formado em Engenharia, Comércio, direção de empresas e Belas Artes em Lisboa, Gomes fez carreira na indústria automobilística, essencialmente nos grupos Renault e Fiat.
Entre outros postos, foi diretor-geral para França da Alfa Romeo e, posteriormente, da Fiat.
Uniu posteriormente a esse posto o da Espanha da marca italiana, da qual também era coordenador em Portugal.

Data: 29/4/2010
Fonte: Época Negócios StarhunterNews
http://www.starhunter.com.br/

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ser ou não ser um mestre. Confira opinião do headhunter GIRARDI na Revista AMANHÃ

No Brasil, a universidade sempre apostou num desenho de cursos de mestrado para fins acadêmicos, isto é, voltado para a formação de professores e pesquisadores. E, de outra parte, a empresa brasileira não tem a tradição de empregar mestres e doutores, até pelo pouco investimento na montagem de áreas de pesquisa e desenvolvimento. "Falta densidade tecnológica às empresas brasileiras", constata Aristides Girardi, CEO da Starhunter Executive Search, empresa de recrutamento de executivos, com sede em Curitiba. Os próprios estudantes não contribuem para o mercado, afirma. "Muitos profissionais buscam apenas a melhoria do currículo com o mestrado. O profissional que busca esse tipo de qualificação deve ter visão sistêmica para explorar todas as potenciais oportunidades de trabalho e serviços", alerta Girardi

VEJA MATÉRIA NA ÍNTEGRA:

http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=172077e7-e2b8-46ed-86ed-01d6740b0b5d

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