quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pat Gelsinger é o novo CEO da VMworld

Pat Gelsinger, novo CEO da VMworld

Quando um executivo assume o controle de alguma empresa, em geral, são esperadas grandes mudanças. Seja de estilo, condução, mentalidade ou mesmo no direcionamento da estratégia da companhia. Na VMware, a regra não deve ser quebrada. Pat Gelsinger, novo CEO da fabricante, abriu o principal evento da empresa, o VMworld, em San Francisco (EUA), dizendo que está comprometido com a estratégia traçada por seu antecessor Paul Maritz. Entretanto, anunciou algo que deve animar clientes e parceiros: um novo modelo de cobrança.
Não é de hoje que gestores de TI reclamam da forma como os fornecedores cobram por seus produtos. São licenças caras, custo de manutenção e diversas opções que, ao serem agregadas ao contrato de prestação de serviço, tornam, muitas vezes, o projeto inviável. E é justamente essa imagem que a VMware quer mudar.
“Nós ouvimos vocês”, disparou Gelsinger para uma plateia de mais de 20 mil pessoas no Moscone Center, durante a abertura do VMworld 2012. “Fazemos pesquisas abrangentes com nossos clientes e usamos os resultados para melhorar nossos produtos. E um dos principais questionamentos era o preço.”

Fonte: Information Week Brasil
http://informationweek.itweb.com.br/

O mundo corporativo é competitivo, mas não exagere

By Aristides Girardi
video
Uma imagem fala mais que 1.000 palavras, assista o vídeo

Claro que a vida profissional não é fácil prá ninguém, ainda mais em se tratando de construir uma carreira corporativa em um ambiente de competição recheado de "maquiavelismo" incrustado no DNA humano. Todavia, não é bom exagerar, buscando atingir seus objetivos a qualquer preço, pois "o tiro pode sair pela culatra". O melhor é pavimentar o seu caminho empreendedor com atitudes, ações e resultados com base no conceito do "ganha x ganha" onde todos ganham. É mais sábio e mais inteligente!
 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A vida não é só trabalhar

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Somos seres humanos integrais - Pausa para reflexão

By Starhunter News
"Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia." Salmos 34:8

Com a pressão do dia a dia, metas, viagens, reuniões, relatórios, compra, venda, faturamento, processos, feedback, planejamento, qualidade, produção, estoque, pesquisa, desenvolvimento de novos produtos,  gestão de pessoas, bônus, salário, dissídio, benefícios, celular, iPod, iPad, iPhone, lap top, wireless, fibra ótica, etc, etc, vamos aos poucos sendo "engolidos" pela necessidade de trabalhar e ganhar dinheiro para sustentar o giro do mundo.
Para muitos não tem mais fim de semana, não tem mais feriado, não tem mais noite, tudo virou um tempo só.
Se você parar e fazer uma análise crítica das reais necessidades que temos para viver, não seria necessário tanto sacrifício, tanta luta, tanto desgaste. É certo que lemos no livro dos livros, que "do suor do teu rosto comerás", mas e o resto? Ansiedade, depressão, síndrome do pânico, labirintite, taquicardia, e tantas outras doenças que assolam o mundo corporativo, de onde vem tudo isso? Dizem os especialistas, em parte, da falta de qualidade de vida das pessoas.
Hoje entrevistei um executivo finalista em um processo e na hora de negociar salário, ele aceitou a proposta do meu cliente que é 40% menor do que a sua renda atual, e fui logo perguntando, baseado em que você está aceitando esta proposta de menor valor? E a resposta foi pronta e segura: "Ganho mais, mas minha vida virou um inferno. Não vejo mais meus filhos, minha esposa está triste, não vejo mais os amigos, não vou mais à igreja aos domingos, enfim, virei um escravo do trabalho, minha vida se resume em trabalhar e trabalhar. Na minha atual empresa o único assunto do dia é resultado, bônus, lucro, resultado, bônus, lucro. O ser humano "não vale um centavo".
Em uma pesquisa que estou fazendo no grupo da revista você s/a no Linkedin, com 1.415 participações até o momento, onde pergunto aos profissionais o que o fariam trocar de empresa mesmo estando trabalhando e está lá registrado, 70% apontam qualidade de vida e novos desafios como primeiro e segundo lugar em suas prioridades para uma mudança, ficando a remuneração em terceiro lugar com apenas 15%.
Ou seja, empresa que oferece qualidade de vida e oportunidades, retém talentos.
A velha política de reter talentos apenas oferecendo uma remuneração maior, além de elevar os custos por conta de pesada carga de encargos sociais e trabalhista, ainda assim não é garantia para reter um bom profissional.
Ninguém é apenas "carne e osso", não somos máquinas, somos pessoas, temos sentimento, percepções, inteligência, memória, capacidade criativa e tantas outras habilidades e competências que desenvolvemos ao longo da nossa trajetória, e na sua grande maioria, não usamos isso a nosso favor, acabamos usando "contra". É necessário discernimento e sabedoria para constatar que também somos espírito, e aqui não estou falando de religião. Não importa qual é a sua religião, ou se você não tem nenhuma, você e eu, não deixamos de ser espírito também.
Esta realidade, conhecida e nutrida, pode mudar a nossa realidade cotidiana, inclusive profissional.
Precisamos fazer pausas para reflexão sobre este tema, para não corrermos o risco de nos transformarmos em uma máquina "desumana". Somos humanos e precisamos tratar os humanos de forma diferenciada, a começar por nós mesmos.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A síndrome da mudança profissional de cidade

By Aristides Girardi

Respeito, mas fico "de cabelo em pé" quando converso com um executivo sobre uma oportunidade na qual ele atende perfeitamente as demandas do perfil da vaga e a primeira pergunta que ele me faz é: "Em qual cidade fica a sede da empresa?". Não que eu ache algo errado com esta pergunta, é que em 90 % dos casos em que o candidato me faz esta pergunta de bate pronto, durante o processo ele acaba desistindo de participar, e normalmente, sob pretexto de uma "desculpa esfarrapada".
Ainda bem que este grupo de profissionais que tem limitações, justas e convincentes, para uma mudança de cidade, é pequeno. São questões relacionadas à saúde, família, compromissos, filhos, etc;
A grande maioria, reage com naturalidade ao saber que a sede da empresa não fica na cidade onde está trabalhando no momento. Até porque, aceitar uma proposta com base na sede da empresa, hoje em dia, é um risco. As empresas, em especial as de grande porte, podem fazer uma fusão, venda ou incorporação a qualquer momento, e mudar a sua sede. Dependendo da função, por exemplo, um executivo da área comercial de uma empresa que tem a sede no interior de um Estado, certamente não ficará 30 dias por mes na empresa esperando que os clientes o visitem ali e façam negócios, na média, ele viajará, e muito, no mínimo 80% do seu tempo. O importante é fixar sua análise na oportunidade em termos de carreira, nas demandas do perfil da vaga, remuneração e benefícios, e perspectivas de desenvolvimento integral da sua carreira, porque às vezes o sacrifício de uma mudança pode resultar em conquistas interessantes tanto profissionais quanto pessoais e financeiras. Conversei recentemente com um grupo de executivos de um staff em uma grande indústria no interior e que há alguns anos migraram de grandes capitais e percebi nitidamente uma satisfação pela qualidade de vida e sucesso que estão experimentando neste novo desafio. Conversei também nas últimas semanas com três executivos, um nos Estados Unidos, outro na China e outro na Alemanha, todos brasileiros que sairam do conforto de seus endereços aqui no Brasil e estão plenamente felizes e satisfeitos com tudo que estão vivendo em seus momentos profissionais. Fico feliz e ver que os executivos brasileiros, cada vez mais, estão preparados para o "que der e vier" produzido pelo mercado globalizado.

domingo, 12 de agosto de 2012

MEU PAI, MINHA HISTÓRIA - Feliz dia dos Pais!

By Aristides Girardi
Assim como a luz do sol é o que dá vida a cada novo dia, o pai é a referência que dá brilho à nossa própria história. Quando pequenos, segurar na sua mão é garantia de passos firmes, de segurança, certeza de ir em frente. Seu sorriso, aprovando o que fazemos, é o prêmio maior que podemos receber. Quando presente, é nosso mundo ao redor de quem giramos e quando ausente, preenchemos o vazio com lembranças de tudo que juntos fizemos. Quando crescemos, tentamos nos tornar como ele, e nos orgulhamos de sermos parecido em tudo que fazemos, mesmo não admitindo. Embora faça parte do ciclo da vida, perdê-lo, é um misto de saudade, vazio e tristeza, e ao mesmo tempo, um início de tentar ser ele mesmo, destacando suas qualidades, seus talentos, sua história. Pai que já foi, pai que aí está e pai que virá, nossa homenagem é de alegria e gratidão a Deus pelo privilégio se sermos chamados filhos.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Aprenda a conviver com um chefe "xarope"

By Aristides Girardi

 Todos os dias ouço aqui e ali alguém reclamar do seu chefe. "Ele é muito chato". "Ele não me ouve". "Ele é grosso". "Ele não tem coração". "Ele é um carrasco". "Ele não sabe nada".
Não faltam adjetivos para "elogiar" o chefe.
O que pouca gente se liga, é que conviver com o chefe é uma realidade que ninguém pode escapar.
Em todo lugar há um chefe.
A figura do chefe é necessária para organizar pessoas, processos e ambientes.
Tanto no mundo corporativo, como na casa da vovó, em todo lugar, tem que ter um responsável, senão...
Pois bem, então como conviver com esta figura tão detestada por uns e amada por outros?

1. O chefe é chefe porque alguém o fez chefe ou ele é o dono, portanto, não adianta lutar contra a figura.
2. Por mais que você seja mais experiente, mais inteligente, mais tudo, do que o chefe, ele continuará sendo seu chefe.
3. Não adianta achar que ele ganha mais que você e faz menos, e que você ganha menos e faz mais, ele vai continuar ganhando mais.
4. Se você acha que está sendo perseguido pelo chefe, tem grande chance de estar sendo mesmo, então, mude essa situação mudando de atitude.
5. Puxar o "saco" do chefe pode render ativos funcionais e de carreira? Pode! Até o dia em que ele "azedar" com você e "cobrar a conta". E outra, a galera vai te cobrar também...
6. Ao invés de "derrubar" o chefe, ele pode cair "encima de você",
jogue-o "prá cima", quem sabe você venha a ocupar o lugar dele.
7. Não tente "ensinar o padre a rezar a missa". Chefe "xarope" não se corrige, não se interrompe quando está falando, não se contesta quando está falando "abobrinha". Chefe "xarope" se ouve, vira as costas e vai embora...no outro dia...com calma, retoma o assunto com uma abordagem tipo..."você estava certo", mas temos uma idéia nova sobre o tema, gostaria de ouvir? E mostra uma argumentação coerente, consistente e técnicamente correta, ele não vai resistir. Se resistir, mude de emprego o quanto antes.
8. Se você costuma chegar atrasado no trabalho, em reuniões e compromissos, o "xarope" é você.
9. Se você costuma não entregar suas tarefas no prazo, o "xarope" também é você.
10. Se você acha que o seu chefe é um "xarope" e você é uma "sumidade", tá na hora de rever seus conceitos. Você tem sérios riscos de já ter virado um funcionário "xarope".
www.starhunter.com.br

World Time